Entrevista para o diagnóstico de TDAH em adultos
Esta é a versão web autoaplicável da DIVA-5 (3ª edição), baseada nos critérios do DSM-5. Ela investiga sintomas de Déficit de Atenção e de Hiperatividade/Impulsividade tanto na vida adulta atual quanto na infância (5–12 anos), além dos prejuízos decorrentes desses sintomas.
Como funciona
Para cada um dos 18 sintomas, você responderá em duas colunas paralelas:
- Idade adulta — como o sintoma se manifesta nos últimos 6 meses ou mais.
- Infância (entre 5 e 12 anos) — como o sintoma se manifestava na época da escola primária.
Em cada coluna você verá uma lista de exemplos concretos. Marque todos os que se aplicam a você, adicione exemplos próprios no campo "Outros" e, ao final, indique se considera que o sintoma está presente.
Dica importante: convide um familiar
Sempre que possível, responda esta entrevista com a presença de um familiar (pai/mãe/irmão) que te conheceu na infância e/ou um parceiro(a) ou pessoa próxima que convive com você na vida adulta.
Adultos com TDAH frequentemente têm dificuldade de lembrar com precisão como eram na infância — e também tendem a subestimar (ou às vezes superestimar) seus sintomas atuais. As informações de quem te conhece bem ajudam a obter um retrato mais preciso.
Se você não tiver acesso a esses informantes agora, tudo bem — você pode preencher sozinho. Mas em caso de divergência futura, a DIVA orienta considerar o próprio paciente como o melhor informante.
Antes de começar
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Sintomas de Déficit de Atenção
Os próximos 9 itens (A1 a A9) investigam dificuldades relacionadas à atenção, concentração, organização e memória de curto prazo. Para cada item você responderá tanto pela sua vida atual quanto pela sua infância.
O que conta como "sintoma presente"?
Para marcar um sintoma como presente, ele deve:
- Acontecer com mais frequência ou em grau mais intenso do que se espera para pessoas da mesma idade e nível intelectual;
- Ser um padrão crônico e persistente — não algo episódico ligado a estresse, sono ruim ou luto recente;
- Estar presente há, no mínimo, 6 meses (na vida adulta), e ter ocorrido entre os 5 e 12 anos (na infância).
Não é necessário marcar todos os exemplos — basta ter um quadro claro de que o problema acontece.
Pense em tarefas que exigem cuidado com pequenos detalhes: revisar um documento, preencher um formulário, conferir um cálculo, ler instruções, redigir um e-mail importante. Você costuma deixar passar erros que outras pessoas notariam facilmente?
Não confunda com perfeccionismo. O problema aqui é o oposto: cometer erros por não notar os detalhes, não por se preocupar demais com eles.
Pergunte ao seu familiar: nos boletins escolares dos primeiros anos, havia comentários sobre erros bobos, trabalhos desleixados ou questões deixadas em branco por descuido?
O critério é a manutenção do foco, não o início dele. Pessoas com TDAH muitas vezes conseguem começar uma tarefa — o difícil é sustentar a atenção até o fim, especialmente em atividades longas ou pouco estimulantes.
Atenção à hiperfoco: conseguir passar horas concentrado em algo que te fascina (videogames, redes sociais, hobbies específicos) não invalida esse sintoma. O critério se refere à atenção sustentada em tarefas comuns do dia a dia (estudar, ler textos longos, ouvir alguém falar, assistir a uma palestra).
Pergunte ao seu familiar: você conseguia se manter envolvido em uma brincadeira ou jogo por tempo prolongado quando criança, ou trocava de atividade rapidamente?
* A não ser que o assunto seja considerado muito interessante (jogos, passatempos, hiperfoco).
* A não ser que o assunto fosse considerado muito interessante (videogame, desenhos, passatempos).
O foco aqui é a sensação dos outros de que você "viaja" no meio da conversa, mesmo sem barulho ou interrupção externa. A pessoa está falando com você diretamente — e ainda assim sua mente vai para outro lugar.
Lembre-se: você consegue ouvir fisicamente, mas a informação não fica registrada. Depois você não se lembra do que foi dito, troca de assunto inesperadamente, ou pede para a pessoa repetir.
Pergunte a quem convive com você: as pessoas frequentemente dizem coisas como "você está me ouvindo?", "presta atenção", "você está em outro mundo"?
Este item NÃO trata de oposição, preguiça ou má vontade. A pessoa quer terminar a tarefa, começa motivada — mas se perde no meio do caminho, abandona, ou pula etapas das instruções.
Sinais típicos: começar várias coisas e não terminar nenhuma; precisar de prazos apertados para conseguir entregar; deixar trabalhos administrativos pela metade; abandonar manuais de instrução depois de poucas linhas.
Pergunte ao seu familiar: seu quarto vivia bagunçado porque você começava a arrumar e desistia? Os trabalhos escolares ficavam incompletos? Você abandonava cursos, hobbies ou projetos rapidamente?
Organização aqui é amplo: ordenar tarefas, gerenciar tempo, manter espaços arrumados, planejar uma sequência de passos, usar agenda, cumprir prazos. Adultos com TDAH costumam descrever a vida como "uma corrida atrás do prejuízo".
Pense em sinais cotidianos: seu celular tem dezenas de abas/aplicativos abertos? Sua casa tem "zonas de bagunça permanente"? Você se atrasa para a maioria dos compromissos? Você compra agendas/planners e abandona em poucas semanas?
Atenção: conseguir ser organizado em algumas áreas (por exemplo, no trabalho que ama) mas ser desorganizado em outras (como contas pessoais) ainda conta como sintoma presente.
O ponto-chave é o esforço mental sustentado. Atividades como ler textos longos, redigir relatórios, preencher formulários, estudar para provas, conferir planilhas — coisas que exigem concentração prolongada — geram uma sensação de aversão quase física em pessoas com TDAH.
Procrastinação crônica é um marcador importante. Adiar repetidamente as tarefas chatas mesmo sabendo que isso vai trazer prejuízos. Fazer primeiro o que é fácil e divertido, deixando o difícil para o último minuto.
Não confunda com falta de interesse pontual. O critério é um padrão recorrente: sempre que aparece uma tarefa que exige concentração mental sustentada, surge a resistência.
Itens "chave" para se ter em mente: chaves de casa, celular, carteira, óculos, documentos, papéis importantes, agenda, controles, ferramentas, cabos. Quantas vezes na última semana você passou minutos procurando algo que estava ali há cinco minutos?
Sinais comuns: chegar atrasado por não achar o que precisa; ter cópias extras de coisas (segunda carteira, óculos reserva); panicar quando outras pessoas mexem nas suas coisas; "esconder" objetos de si mesmo (guardar em lugares "seguros" e depois esquecer onde).
Pergunte à família: você perdia material escolar com frequência? Roupas? Brinquedos? Os pais brigavam por isso?
A diferença em relação ao A2: aqui o foco são os estímulos externos (barulhos, movimentos, conversas alheias, notificações), enquanto o A2 trata de manter foco em geral, incluindo distrações internas.
Exemplos práticos: você não consegue trabalhar em ambientes barulhentos? Acaba escutando a conversa da mesa ao lado em vez do que estão te dizendo? Qualquer notificação no celular interrompe completamente sua linha de raciocínio?
Em adolescentes e adultos, esse critério também inclui pensamentos não relacionados que invadem a mente e atrapalham o foco no que está sendo feito.
Esquecimentos de rotina são o alvo: compromissos, reuniões, ligações, contas a pagar, recados, prazos, datas comemorativas, tarefas combinadas. Não estamos falando de esquecer onde estava aos 5 anos — falamos de esquecer o que aconteceu há 2 horas, o que combinou ontem.
Sinal claro: dependência de lembretes externos. Você só consegue se virar com alarmes, lembretes no celular, listas em todo lugar, post-its? Você precisa que alguém te lembre de coisas importantes várias vezes?
Esquecimento durante a execução: entrar no quarto e esquecer o que ia fazer; ir buscar uma coisa e voltar com outra; "perder o fio" no meio de uma atividade.
Sintomas de Hiperatividade e Impulsividade
Os próximos 9 itens (H/I 1 a H/I 9) investigam dificuldades relacionadas à inquietação motora ou interna, ao excesso de atividade e à dificuldade de inibir respostas e ações.
Atenção a uma diferença importante em adultos
Em adultos, a hiperatividade raramente se manifesta como correr ou pular (como em crianças). Ela costuma aparecer como:
- Inquietação interna — sensação de "motor ligado", de não conseguir descansar mesmo parado;
- Pequenos movimentos repetitivos — balançar a perna, mexer no cabelo, brincar com objetos, andar enquanto fala ao telefone;
- Pressa mental e excesso de fala — pensamentos acelerados, falar demais, interromper os outros;
- Impaciência — em filas, no trânsito, em conversas longas, em projetos demorados.
O critério é a inquietação motora fina: aqueles pequenos movimentos involuntários que aparecem quando você precisa ficar parado. Não é sobre se exercitar — é sobre não conseguir descansar mesmo sentado.
Pense em situações de longa duração sentado: reuniões, aulas, refeições, viagens de avião, sessões de cinema. Você balança a perna sem perceber? Mexe nos objetos da mesa? Roi unhas? Estala dedos? Muda de posição constantemente?
Cuidado: alguns adultos com TDAH aprendem a "controlar" esses movimentos socialmente — mas isso gera uma tensão interna grande. Marque o sintoma como presente se você precisa fazer esforço para se conter.
Pense em contextos formais: reuniões longas, palestras, cerimônias religiosas, jantares prolongados, viagens de avião, salas de espera. Você sente uma "necessidade" de levantar para tomar água, ir ao banheiro, alongar — mesmo sem realmente precisar?
Variação adulta comum: levantar muitas vezes do posto de trabalho durante o dia; preferir reuniões "andando"; sentir-se desconfortável em restaurantes onde a refeição demora; inventar desculpas para sair do lugar.
Pergunte à família: na escola, você frequentemente saía da cadeira sem pedir, ficava em pé, mudava de lugar? Levava bronca por isso?
Em crianças, esse critério apareceria como correr e escalar móveis em situações inapropriadas. Em adultos, o DSM-5 reconhece que ele pode se limitar à sensação de inquietação interna — uma espécie de agitação que vem de dentro, mesmo quando você está fisicamente parado.
Como descrever esse sintoma: "uma energia que não me deixa relaxar"; "como se eu tivesse tomado muito café"; "preciso sempre estar fazendo alguma coisa"; "não consigo simplesmente deitar e descansar".
Pergunte à família: quando criança você era descrito como uma criança "elétrica", "vulcânica", "que nunca parava"? Subia em móveis e árvores com frequência?
Esse item olha para o tempo livre. Você consegue, de fato, descansar? Conseguir simplesmente ficar deitado no sofá, ler um livro tranquilamente, fazer um piquenique sossegado, meditar?
Sinais a procurar: falar muito alto em ambientes calmos; não conseguir baixar o tom de voz; ser sempre o "barulhento" do grupo; ter dificuldade de realizar atividades silenciosas (yoga, tricô, pesca, etc.) por muito tempo.
Pergunte ao familiar: nas brincadeiras de infância, você era a criança barulhenta? Em viagens em família, era sempre repreendido por fazer barulho demais?
Esse é o critério do "motor sempre ligado". Diferente do H3 (inquietação interna), aqui o foco é a manifestação externa: a pessoa está sempre fazendo algo, sempre em movimento, sempre com energia além da média.
Pergunte-se: as pessoas à sua volta acham cansativo te acompanhar? Você tem dificuldade de "parar"? Mesmo de férias, você precisa estar fazendo alguma coisa? Você "passa por cima dos próprios limites" e acaba exausto?
Cuidado importante: ser uma pessoa ativa e produtiva não é o mesmo que ter esse sintoma. O critério é sobre a dificuldade de parar, mesmo quando seria adequado fazê-lo.
Critério "tagarela": pessoas com TDAH frequentemente são lembradas (por amigos, familiares, professores) como pessoas que falam muito. Falam alto, falam rápido, falam por longos períodos, monopolizam conversas.
Sinais relevantes: outras pessoas comentam que você fala demais; você usa muitas palavras para explicar coisas simples; você tem dificuldade de "se calar" mesmo quando seria adequado; fica esgotado depois de eventos sociais porque "não parou de falar".
Diferencie do item H7 (interromper): aqui o foco é o volume de fala, não a impulsividade verbal.
Esse é o primeiro item de impulsividade clara. Refere-se à dificuldade de inibir a resposta verbal: responder antes da pessoa terminar a pergunta, completar frases dos outros, falar sem filtrar.
Sinais comuns: "diz o que vem à cabeça"; já se arrependeu de coisas ditas em reuniões ou em conversas familiares? Os outros já te chamaram de "grosseiro" ou "sem tato" mesmo sem você ter má intenção?
Pergunte ao familiar: na escola, você queria ser sempre o primeiro a responder e gritava a resposta antes do professor terminar? Falava demais sem pensar?
O critério é a intolerância à espera: filas, trânsito, processos burocráticos, pessoas falando devagar, internet lenta, esperar respostas. A pessoa com TDAH sente isso como sofrimento real — fica irritada, tensa, ou age impulsivamente para encurtar a espera.
Manifestações em adultos: ultrapassar no trânsito ou buzinar muito; "furar" filas; pedir delivery porque não suporta esperar; deixar empregos ou relacionamentos por impaciência; tomar decisões impulsivas (compras, mudanças) por não suportar processos longos.
Atenção: a impulsividade pode levar a iniciar ou encerrar relacionamentos/empregos de forma abrupta — esse padrão importa para o diagnóstico.
Diferente do H7 (responder antes do tempo), aqui o foco está em interromper a atividade dos outros — entrar no meio de uma conversa, em um trabalho que alguém está fazendo, em um momento que não te dizia respeito.
Sinais a investigar: dificuldade de respeitar limites do espaço alheio; necessidade de "dar pitaco" em tudo; opinar imediatamente sobre qualquer assunto; entrar em conversas que não te incluem; "atrapalhar" sem perceber.
Em adultos, isso pode aparecer no ambiente de trabalho: participar de reuniões que não foi convidado; comentar em projetos de outros departamentos; reorganizar o trabalho dos colegas espontaneamente.
Prejuízos decorrentes dos sintomas
Os sintomas só configuram TDAH quando começam na infância (vários antes dos 12 anos), persistem ao longo da vida e causam prejuízo claro em pelo menos dois contextos diferentes. Esta parte mapeia a idade de início e as áreas afetadas.
O DSM-5 exige que vários sintomas (3 ou mais) já estivessem presentes antes dos 12 anos. Não é preciso que eles causassem prejuízo claro naquela época — apenas que estivessem lá.
Para reconstruir essa memória, é útil ancorar em séries escolares concretas (4ª, 5ª, 6ª série), boletins, comentários recorrentes de professores ("conversa muito", "não termina as tarefas", "vive no mundo da lua"), apelidos da infância e cenas domésticas (hora da lição de casa, refeições, festas de família).
Pergunte aos pais ou cuidadores: "Quando eu era criança, antes da adolescência, eu já era distraído / agitado / impulsivo? Em quais situações isso aparecia mais?" Se a resposta for clara e consistente, marque Sim. Se os sintomas surgiram apenas depois (por exemplo, na adolescência tardia ou na vida adulta após algum evento), marque Não e registre a idade aproximada de início.
Prejuízo significa que o sintoma atrapalha de fato — gera consequências negativas (perda de emprego, briga, atraso, fracasso, sofrimento) — e não apenas que existe. Um adulto pode "ter" dificuldade de atenção e ainda assim compensar com QI alto, rotinas externas ou apoio. Nesses casos, o prejuízo pode ser parcial; sinalize isso.
Critério atendido quando há prejuízo claro em pelo menos 2 contextos diferentes (ex.: trabalho + relacionamentos; ou estudo + autoimagem). Marcar muitas categorias dentro de uma só área conta como um contexto.
Este é o ponto em que o relato de pais, irmãos mais velhos ou cuidadores faz mais diferença. Eles têm acesso a memórias que o adulto perdeu — comportamento na hora da lição, conversas com professores, atitudes em festas familiares, episódios em casa.
Se houver acesso a boletins escolares, observações de professores, álbuns de família ou relatórios pedagógicos, consulte-os. Comentários recorrentes do tipo "muito conversador", "atrapalha a turma", "não termina as tarefas", "sonhador" ou "vive no mundo da lua" são pistas fortes.
Lembre-se: prejuízo na infância não precisa ter sido reconhecido como doença na época. Crianças com TDAH frequentemente foram rotuladas como "preguiçosas", "rebeldes" ou "imaturas" — esses rótulos contam como evidência de impacto.
TDAH se confunde com várias condições. Depressão grave deixa qualquer pessoa desatenta. Ansiedade severa agita por dentro. Transtorno bipolar produz fases de aceleração. Uso de cannabis ou álcool prejudica memória e foco. Apneia do sono mascara como TDAH.
O que diferencia o TDAH: o padrão começa na infância, persiste de forma estável ao longo da vida (não em "fases"), e está presente mesmo quando outras condições estão controladas. Esta avaliação é responsabilidade do profissional — aqui você apenas sinaliza suspeitas.
Resultado da entrevista
As informações registradas nas seções anteriores foram consolidadas abaixo. Lembre-se: este resultado é uma orientação preliminar, baseada em autorrelato — não substitui avaliação clínica por profissional qualificado. Imprima ou salve este documento e leve à consulta para discussão.
Aguardando preenchimento
Critérios marcados nas Partes 1 e 2:
| Critério | Sintoma | Idade adulta | Infância |
|---|---|---|---|
| A1a | A1. Não presta atenção a detalhes / comete erros por distração | — | — |
| A1b | A2. Dificuldade em manter-se concentrado nas tarefas | — | — |
| A1c | A3. Parece não ouvir quando lhe dirigem a palavra | — | — |
| A1d | A4. Não segue instruções / não termina tarefas | — | — |
| A1e | A5. Dificuldade para organizar tarefas e atividades | — | — |
| A1f | A6. Evita tarefas que exigem esforço mental continuado | — | — |
| A1g | A7. Perde objetos necessários às tarefas | — | — |
| A1h | A8. Distrai-se facilmente com estímulos externos | — | — |
| A1i | A9. Esquece-se das atividades cotidianas | — | — |
| Total de sintomas de Déficit de Atenção | 0 / 9 | 0 / 9 | |
| A2a | H/I 1. Mexe mãos/pés ou remexe-se na cadeira | — | — |
| A2b | H/I 2. Levanta-se quando se espera que permaneça sentado | — | — |
| A2c | H/I 3. Corre/sobe em situações inapropriadas (ou inquietação interna) | — | — |
| A2d | H/I 4. Dificuldade em fazer atividades de lazer com tranquilidade | — | — |
| A2e | H/I 5. "A mil por hora" / "ligado a um motor" | — | — |
| A2f | H/I 6. Fala excessivamente | — | — |
| A2g | H/I 7. Responde antes da pergunta ser completada | — | — |
| A2h | H/I 8. Dificuldade em esperar pela sua vez | — | — |
| A2i | H/I 9. Interrompe ou se intromete nas atividades dos outros | — | — |
| Total de sintomas de Hiperatividade / Impulsividade | 0 / 9 | 0 / 9 |
Conferência automática dos critérios diagnósticos do DSM-5:
Avalie a clareza com que cada fonte de informação confirma os sintomas relatados. ND = não disponível · 0 = sem/pouca confirmação · 1 = alguma confirmação · 2 = confirmação clara.
A DIVA-5 original é uma entrevista clínica semi-estruturada, projetada para ser conduzida por profissional treinado, com participação de informantes presentes na consulta. Esta versão autoaplicável preserva todos os itens e exemplos, mas não substitui o julgamento clínico, a investigação de comorbidades (depressão, ansiedade, bipolar, sono, uso de substâncias, autismo) e o diagnóstico diferencial.
Use este documento como insumo para uma consulta com psiquiatra, neurologista ou psicólogo especializado em TDAH adulto. Imprima, salve em PDF ou compartilhe com o profissional escolhido.